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1 commentterça-feira, 8 de janeiro de 2013
O autor do livro de 2 Samuel continua concluindo a narrativa relativa ao reinado de Davi neste 23º capítulo e registra as últimas palavras proferidas por ele próximo da sua morte (v. 1 a 7), e os nomes dos valentes que estiveram a seu serviço, enquanto ele vivia (v. 8 a 39). 

As últimas palavras proferidas por Davi são extraordinárias e comprovam que ele havia sido realmente exaltado e ungido por Deus, e foi inspirado pelo Espírito Santo para ser o mavioso salmista de Israel, sendo conhecido em todas as partes do mundo em todos os séculos, pelos Salmos que escreveu debaixo desta inspiração (v. 1). 

Ele não tinha o Espírito de Deus apenas no seu coração, guardando comunhão com Ele, mas permitiu que Ele usasse a sua língua, para proferir a Sua Palavra através da Sua boca (v. 2). 

Davi regeu a todos que foram colocados debaixo do seu governo pelo Senhor, com o temor de Deus, porque o fizera com justiça (v. 3), tal como faria Neemias, depois dele (Ne 5.15). 

Deus mesmo, a quem Davi chama de a Rocha de Israel (v. 3), havia lhe falado que aqueles que governam deste modo, são como a luz da manhã, quando sai o sol, como uma manhã sem nuvens, cujo esplendor, depois da chuva, faz brotar da terra a erva (v. 4). 

Assim, é descrito o caráter de todos os justos que reinarão juntamente com Cristo, porque, falando ainda pelo Espírito, Davi aplica estas palavras à sua casa, dizendo: “Pois não é assim a minha casa para com Deus? Porque estabeleceu comigo um pacto eterno, em tudo bem ordenado e seguro; pois não fará ele prosperar toda a minha salvação e todo o meu desejo?”.

Esta certeza da salvação eterna, para todos os que estão na casa de Davi, por sua associação com Cristo, que pertence a esta casa, e é Senhor sobre ela, pois não foi estabelecida pelo homem, mas pelo próprio Deus, é devido ao pacto, que nas palavras do Espírito, pela boca de Davi, é “em tudo bem ordenado e seguro”. 

Este é o caráter da aliança da graça, e é por ser uma aliança eterna que ela prosperará e jamais frustrará o desejo de qualquer um que tiver colocado no Senhor a Sua confiança, participando da aliança eterna, que foi prometida a Davi. 

Na verdade, não há outra esperança de salvação senão por meio das condições da aliança prometida a Davi. Tanto que aqueles que permanecerem na condição de filhos de Belial, por não estarem assim aliançados com Deus, serão lançados fora, sem uma só exceção, como espinhos, porque não podem ser tocados com as mãos, isto é, não se permitem serem transformados e educados na justiça por Deus. 

Por isso, quem os tocar se armará de ferro e da haste de uma lança, e a fogo serão totalmente queimados no seu lugar (v. 6,7). 

As pessoas ímpias estão sujeitas não apenas ao braço da justiça dos magistrados terrenos, como também serão sujeitados ao braço forte do juízo eterno do Senhor, que os queimará num fogo eterno, que jamais se apagará. 

Os filhos de pais piedosos nem sempre são tão santos e devotados quanto deveriam ser, tal como se deu com o próprio Davi, que a par de todo o seu amor e esforço para santificar os seus filhos, teve entre eles Amnom e Absalão, que eram ímpios. 

Isto nos revela que é a corrupção e não a graça, que corre no sangue.

Por isso, a casa de Davi é típica da Igreja de Cristo, que é a casa dEle (Hb 3.3). 
Cristo não é fiel a toda a sua casa, na condição de um servo, como fora Moisés em relação a Israel, mas como Senhor e Rei, assim como o fora Davi sobre a sua casa terrena. 

O Senhor da casa espiritual de Davi é Cristo, e não o próprio Davi, porque este foi impedido de continuar o seu reinado pela morte, e regia apenas sobre Israel, mas Cristo, que vive e reina para sempre, reina sobre toda a Sua casa, e sobre todos aqueles que lhes foram dados pelo Pai, em todas as nações.

Deus fez uma aliança com a cabeça da Igreja, o Filho de Davi, de que preservará a Ele uma semente sobre a qual as portas do inferno não prevalecerão, ou seja, nunca poderão predominar sobre a Sua casa. 

E esta segurança é garantida por Deus e realizada na Rocha segura que é Cristo, que é o autor e consumador da nossa fé e salvação. 

Desta forma, é nEle que se cumprem todas as promessas da aliança da graça feita com Davi. 

A aliança que Deus fez com um rei terreno apontava para a aliança que Ele fizera antes que houvesse mundo, no céu, com Aquele que reinará para sempre. 

Por isso as promessas da aliança eterna são chamadas de fiéis misericórdias prometidas a Davi:

“Inclinai os vossos ouvidos, e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convosco farei uma aliança perpétua, dando-vos as fiéis misericórdias prometidas a Davi.” (Is 55.3). 

É maravilhoso saber que as últimas palavras que Davi falou pelo Espírito, apontaram para esta aliança segura e eterna.

Deus fez uma aliança conosco em Jesus Cristo, e nós aprendemos das Suas palavras pela boca de Davi que é uma aliança perpétua. 

Perpétua em si mesma e na forma do seu caráter, manutenção, continuação e confirmação. 

Deus diz também pela boca de Davi que é bem ordenada e segura (v. 5). 

Esta aliança está bem ordenada por Deus em todas as coisas que dizem respeito a ela. 

Esta ordenação perfeita trabalhará em meio às imperfeições dos cristãos e os aperfeiçoará progressivamente, para a glória de Deus, de modo que se a obra não for completada na terra, ela o será no céu. 

E para isso a aliança possui um Mediador e um Consolador para promover a santidade e o conforto dos cristãos. Está ordenado também QUE TODA TRANSGRESSÃO NA ALIANÇA NÃO LANÇARÁ FORA A QUALQUER DOS ALIANÇADOS. 
Por isso Jesus afirma que não lançará fora de modo nenhum, a qualquer que vier a Ele. 

Assim, a segurança da salvação não é colocada nas mãos dos cristãos, mas nas mãos do Mediador. 

E se diz que a aliança é segura, porque está assim bem ordenada por Deus. 

Ela foi planejada de tal modo a poder conduzir pecadores ao céu. 

Ela está tão bem estruturada, que qualquer um deles pode ter a certeza de que estará sendo aperfeiçoado na terra e a conclusão desta obra de aperfeiçoamento será concluída no céu.

Uma das razões para que o aperfeiçoamento não seja concluído na terra, é para que se saiba que a aliança é de fato para pecadores, e não para quem se considera perfeitamente justo. 

Ainda que todos os aliançados sejam chamados agora a se empenharem na prática da justiça.

As misericórdias prometidas aos aliançados é segura, e operarão de acordo com as condições estabelecidas em relação à necessidade de arrependimento e fé. 
A aplicação particular destas misericórdias para santificar os cristãos é segura. 

É segura porque é suficiente. 

Nada mais do que isto nos salvará, porque a base da salvação repousa na fidelidade de Deus em cumprir a promessa que Ele fez à casa de Davi, a todo aquele que for encontrado nela, por causa da sua fé no descendente, no Filho de Davi que é Cristo. É somente disto que a nossa salvação depende.

Por isso, os que estão de fora da aliança, os filhos de Belial (v. 6,7), são como espinhos que não podem ser tocados, trabalhados pelas mãos de Deus, e esta será a razão de serem queimados para sempre, num fogo eterno que jamais se apagará. 

Os Valentes de Davi


O texto de I Crôn 11.10-47, paralelo ao de II Samuel 23.8-39, esclarece melhor em sua introdução (v. 10), que a glória do reino de Davi pertencia ao Senhor, que o proveu de homens valorosos na guerra para firmarem o seu reino:

“São estes os chefes dos valentes de Davi, que o apoiaram fortemente no seu reino, com todo o Israel, para o fazerem rei, conforme a palavra do Senhor, no tocante a Israel.” (I Crôn 11.10).

Isto denota claramente que o mérito do reino não pertencia a Davi, mas ao Senhor que o elegera e capacitara a não somente a ele, mas aos muitos que o apoiariam para que o seu reino prevalecesse e fosse estabelecido. 

Três destes valentes foram tão maravilhosamente capacitados pelo Espírito de Deus, que nos fazem lembrar de Sansão. 

E não foi sem razão que eles foram honrados para serem contados à parte no pequeno grupo de apenas três homens, que foram considerados dignos de serem classificados como os maiores guerreiros do reino. 

Eram eles Josebe-Bassebete, que feriu a oitocentos homens com sua lança, numa mesma batalha (v. 8), e que era o principal dos três primeiros. 

O segundo em honra foi Eleazar, que feriu os filisteus de tal modo até o ponto de ficar com a mão apegada à espada (v, 9, 10). 

O terceiro valente entre os três primeiros em honra chamava-se Samá, que defendeu uma parte do território de Israel em Leí, do ataque dos filisteus, e quando todo o povo fugia por temor deles (v. 11, 12).

Estes, como dissemos, eram contados à parte, mas além deles havia outros trinta, e deste segundo grupo o mais nobre era Abisai, irmão de Joabe (v. 19), mas se diz dele que nunca chegou a fazer parte do grupo seleto dos três primeiros em honra, pela sua bravura.

Benaia, que era o comandante da guarda real, também figurava entre os trinta, e tal era a sua bravura que matou um leão e um gigante (v. 20, 21). 

Benaia chegou a ter estatura e bravura, a ponto de ter obtido renome que o tornava digno de participar do grupo dos três primeiros (v. 22), mas não chegou a ser incluído neste grupo (v. 23). 

Ele seria encarregado mais tarde por Salomão, para matar Joabe, e isto bem demonstra a sua supremacia na arte de lutar na guerra, que era superior à do próprio general de todo o exército de Israel. 

Nos versos 13 a 27 é narrada uma façanha realizada pelos três primeiros em honra e bravura, quando Davi se encontrava na caverna de Adulão, na época em que fugia de Saul, pois somente pela expressão de um desejo de Davi de beber das águas da fonte, que estava junto da porta de Belém, próximo da qual havia uma guarnição de filisteus, estes três valentes expuseram as suas próprias vidas para trazerem água daquela fonte ao rei, mas este se recusou a bebê-la e a ofertou como libação ao Senhor, porque não beberia à custa do atendimento de um desejo caprichoso, uma vez que aqueles homens valorosos lhe foram dados pelo Senhor para lutarem pela causa da justiça e não para atenderem aos caprichos do rei.

Nos versos 24 a 39 são relacionados os que figuravam entre os trinta mais honrados em bravura. 

Dos trinta e sete que haviam feito parte deste grupo (v. 39), são relacionados trinta, que era o número total dos que compunham o grupo. 

Urias (v. 39) é contado neste grupo e isto era uma agravante para o pecado de Davi com Bate-Seba. Asael, irmão de Joabe, que havia sido morto por Abner logo no início do reinado de Davi, é também contado (v. 24), mas Joabe, apesar de ser o general do exército, não recebeu sequer a honra de ter no seu nome listado entre os trinta primeiros, não por lhe faltar bravura, mas por não ter os demais requisitos necessários, como por exemplo a devoção ao Senhor e ser uma pessoa honrada. 

De igual modo, há muitos na Igreja de Cristo que ocupam posições e cargos elevados em relação à membresia, e isto por anos a fio, e no entanto, não têm os seus nomes relacionados sequer no livro da vida, e quando o têm, nem sempre são considerados dignos de terem os seus nomes destacados como honrados perante o Senhor, por falta da devida devoção e fidelidade a Ele e à Sua Palavra. 
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Há muito tempo, viajando pelo interior, seguia um velho que vinha montado em seu jumentinho, conduzido por seu netinho, que puxava o animal pelo cabresto. Aquela jornada estava longe de ser um lazer. Eles tinham como finalidade ir a uma feira na cidade grande, onde tentariam vender o animal de estimação e conseguir dinheiro para o sustento do velho e seu único neto, órfão de pai e de mãe.

E assim seguiram caminho afora. Ao passarem por um vilarejo, e tendo em vista haver ali muitas pessoas, logo começaram as críticas:

'Que absurdo!', falava aquela gente, com os ânimos bastante exaltados ao ver a criança a pé e o velho montado no jumento. 'O juizado da infância e da juventude tem de saber disso e tomar as devidas providências! Como pode uma coisa dessas? Que desnaturado!', comentavam.

Sentindo-se desconfortável diante daquela situação tão constrangedora, o velhinho de pronto trocou de posição com o menino, que agora seguia montado no jumento com o avô puxando o animal. 'Bom, agora certamente acho que ninguém ficará chocado, nem falará nada!', pensou ele.

E assim tocaram em frente sua jornada. Mas, ao entrarem num novo vilarejo, novamente ouviram novas críticas:

'Que absurdo! Coitado do velhinho! Ele é quem tinha de estar montado sobre o jumento, não o menino! Isso não é possível! Que mundo é esse onde ninguém respeita o estatuto do idoso? Aonde nós vamos parar?', era o que se ouvia.

E novamente o bom velhinho, quase sem saber mais o que fazer, fez outra troca. Sentou-se sobre o jumentinho com o menino e, assim, continuaram sua jornada.

Na cidade seguinte, os comentários foram muito mais fortes:

'Olhem que absurdo! Coitadinho do pobre jumento, carregando esses dois marmanjos! A sociedade protetora dos animais devia tomar alguma providência!'

Moral da história: nunca será possível agradar a todos. Quem insistir, certamente será um frustrado na vida.

Deus tem dado a fé para que cada um ande de acordo com ela.
Não de acordo com a opinião alheia!

Reflexão Recebida por Email
Fonte www.estudosgospel.com.br
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Apocalipse 3:14-22

A igreja jamais deve afrouxar a sua vigilância, como não deve esperar uma vida de segurança e paz “terrena”. A Igreja somente baixará a sua guarda quando estiver nos braços do Pai, na eternidade. Saibamos que tudo o que é bom nesta terra, se torna alvo para tudo que é mal.


O que é bom só permanece assim pela constante vigilância. Sem ouvirmos a Deus, sem nos mantermos em comunhão com Ele e Sua palavra, nós como igreja, corremos o risco de não percebermos que algo que julgamos bom ou certo, pode ser um grande mal.

A igreja de Laodicéia serve para nos advertir, com relação ao que estamos meditando. Repare que nessa igreja não existe nenhuma citação a doutrinas estranhas, líderes falsos e uma ação clara de Satanás. No entanto, Jesus disse: Mas, porque são apenas mornos (i.e. indiferentes), nem frios nem quentes, vou logo vomitá-los da minha boca. (v.16) O que Jesus está dizendo é que estavam complacentes e não havia mais ardor ou amor à vontade de Deus.

Nós entendemos a mensagem de Jesus às igrejas no livro do Apocalipse, como níveis de espiritualidade, compromisso e serviço do povo de Deus, ao longo dos séculos da sua existência sobre a Terra. O período que antecedeu ao de Laodicéia, foi a época dos grandes avivamentos que é representado pela igreja de Filadélfia. (cf. Ap.3:7-13)

No período dos grandes avivamentos, muitas pessoas se converteram a Jesus integrando-se à Igreja. Esta, por sua vez, se tornou em instrumento Divino para transformar o que era mau em bom. Com o número crescente de pessoas se integrando à Igreja, as ofertas financeiras aumentaram, pois a causa era boa e o dinheiro era bom para o sustento de ministros, como para a propagação do Evangelho. Entretanto a Bíblia diz que (...) o amor ao dinheiro é uma fonte de todos os tipos de males. (1 Tm.6:10 NTLH)

O período de Laodicéia surge após o de Filadélfia, ou seja, após a era dos grandes avivamentos. Eu creio que nós estamos vivendo em um período, que é representado pela igreja de Laodicéia no livro do Apocalipse. O que percebemos nas igrejas atuais, não é se Deus está ativo ou não, mas se estamos tendo mais recursos financeiros. Em toda parte, o que ouvimos é uma mensagem acerca de “prosperidade financeira”. A riqueza tem se tornado mais importante do que ter Deus experimentalmente, tanto para os líderes como para os que “frequentam” as igrejas.

Jesus disse assim: O que adianta alguém ‘ganhar’ o mundo inteiro, mas ‘perder’ a vida verdadeira? Pois não há nada que poderá ‘pagar’ para ter de volta essa vida. (Mt.16:26 NTLH) Nós ganhamos do grande período dos avivamentos, princípios de compromisso espirituais, de adoração e serviço; mas, preferimos em nossa época a quantidade numérica para fins de riqueza. Nós estamos perdendo a ação da “vida verdadeira” e a riqueza não pode comprá-la! (cf. Ap.3:17,18) Portanto, o que deveria ser bom, se tornou um grande mal devido à ganância.

O homem mais sadio tem dentro de si bactérias letais suficiente para matá-lo, exceto por uma coisa – a capacidade do organismo humano para resistir a essas bactérias. Essa luta se estende pelo dia e noite contra seus “inimigos internos”. Faço uso do princípio contido nas palavras de Jesus: (...) os inimigos do homem serão os da sua própria casa. (Mt.10:36 RA)

Há coisas dentro de nós e da Igreja que não nos parece representar um grande perigo e só na presença de Jesus que elas são reveladas e com a força que Ele dá é que podem ser resistidas. O corpo humano pode combater os seus inimigos mesmo durante o sono, mas a Igreja não! Nós como Igreja, precisamos estar bem despertos e decididos para sermos vencedores nesta vida. Paulo diz: ‘Desperta’, ó tu que dormes, ‘levanta-te’ dentre os mortos e Cristo resplandecerá sobre ti. (Ef.5:14 NVI)

Como poderemos nos levantar dos mortos, se estamos quase separados de Deus pelo pecado da indiferença? (cf. Ap.3:16) Nós só conseguimos isso, pelo poder Daquele que morreu, ressuscitou e que pode levantar o que está caído ou afastado de Deus. (cf. Ap.3:20) Ao vencedor darei o direito de sentar-se comigo em meu trono, assim como eu também venci e sentei-me com meu Pai em seu trono. (Ap.3:21 NVI)

| Autor: Pr. Walter de Lima Filho
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Pois que os espíritos imundos saíam de muitos que os tinham, clamando em alta voz; e muitos paralíticos e coxos eram curados. E a cidade se encheu de alegria".  Atos 8:7, 8

         Muitos são os livros que estão surgindo sobre ex-satanistas com suas experiências de libertação. Mas exatamente qual deve ser a ênfase principal? Creio que seja a libertação em si.
         Jesus veio para libertar os cativos e oprimidos deste mundo. Sejam oprimidos por satanás e seus demônios ou pelas adversidades da vida. Os apóstolos receberam grande autoridade do próprio Senhor Jesus Cristo para expulsarem os espíritos imundos, os anjos caídos, anjos rebeldes, os demônios. Estes são anjos rebeldes, que desobedeceram a Deus e blasfemaram contra Deus e foram expulsos do Reino Eterno.
         Estes seres sobrenaturais, invisíveis, detestam o homem. Por que? Em primeiro lugar porque Deus ama o ser humano. Tanto ama que entregou seu próprio Filho, o Deus Filho Jesus Cristo, em sacrifício. Em segundo, porque satanás se regozija com aqueles que o adoram como um "deus", mas odeia qualquer um que presta culto ao Deus Criador. Mas os homens receberam uma procuração do próprio Criador para expulsarem e combaterem os demônios: O nome de Jesus Cristo!
         Satanás, a antiga serpente, quis usurpar o título de "Deus". Jesus chamou satanás de "príncipe deste mundo" e o apóstolo Paulo de "deus deste século". Satanás e seus comparsas sobrenaturais têm habilidade e um poder, claro que limitado, para operar na vida das pessoas, para quebrar lares, entristecer pessoas entre outras ações malignas. Mas o crente tem o nome que está acima de todo nome para vencer com sucesso as forças do mal.
         Mas se temos este maravilhoso nome, a presença real de Jesus Cristo em nós (Jesus disse:


    "Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos" Mateus 28.20


        e a autoridade dele a nós concedida, então por que tantos crentes são "tímidos" e muitas vezes se deixam vencer pelas artimanhas do inimigo?
         O texto acima, de Atos 8.7 nos mostra que os demônios ao serem expulsos "clamavam em alta voz, davam grandes gritos". Eles se iravam porque nada podiam fazer para permanecerem "incubados" no corpo da vítima. Eles saíam pela autoridade do nome de Jesus! Alguém pode questionar: Mas os apóstolos receberam esta autoridade direto de Jesus! A Bíblia diz que também temos esta autoridade. Lembra dos 70 discípulos que foram enviados por Jesus para curarem enfermidades e expulsarem demônios no nome de Cristo? E que eles voltaram alegres porque as enfermidades eram realmente curadas e os demônios submetiam-se ao nome do Senhor? (veja isto em Lucas 10). Os discípulos disseram "... até os demônios nos obedecem por causa do teu nome". A ênfase deste texto de Lucas 10.17 é "por causa do nome de Jesus". Estes 70 representam a Igreja de Cristo. Somos nós. Mas é importante entender que o poder não está em nós. Ele flui através de nós. Somos condutores deste poder de Deus. O poder está no nome de Jesus Cristo. Somos instrumentos de Deus para, no nome de Jesus, operarmos prodígios, para que os cativos e oprimidos sejam libertos, para honra e glória do nome do Senhor.
         Por isto não sejam tímidos ou em outra tradução bíblica, não sejam medrosos! Jesus usou esta expressão quando se levantou uma grande tempestade no mar da Galiléia e os apóstolos estavam no barco, com medo, mesmo sabendo que Jesus estava no barco enquanto dormia:


     "E disse-lhes: Por que sois tão tímidos? Ainda não tendes fé?"  Marcos 4.40


         Não sei qual situação você está passando. Muitas pessoas já me escreveram para aconselhar neste sentido e para todos eu disse que algumas coisas são necessárias para o combate espiritual:
        A) Uma vida consagrada a Deus B) Santificação C) Confissão de pecados D) A prática dos frutos do Espírito (Gálatas 5.22) E) Fé, muita fé. F) Autoridade no nome de Jesus Cristo.
         Procure uma vida reta diante do Senhor. Você não está sozinho, muito pelo contrário, o Deus Pai, o Deus Filho e o Deus Espírito Santo estão todos os dias, 24 horas, em nós, e ao nosso redor. Faça um esforço e exerça sua posição de geração eleita, sacerdócio real (I Pedro 2.9) para combater as forças malignas que lutam contra sua vida e contra a vida daqueles que você ama. Deus quer abençoar sua vida. Deus quer usar você como instrumento de libertação e fonte de bênção na vida de pessoas cativas e oprimidas. Creia nesta autoridade do nome do Senhor Jesus, se você é crente. Ore com fervor e ousadia pois quem "pede, recebe" (Mt 7.7). Deus é dono de todo poder e glória. Mas só vai lhe dar a vitória quando você nEle confiar e crer pela fé. Não seja tímido, não seja medroso. O Senhor é contigo, varão e varoa valorosos!

Abraço cordial em Cristo Jesus, nosso Senhor e Rei Eterno.


Autor: Márcio C. Rossi Bettecher
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O Novo Testamento nos apresenta diversos quadros relativos à Igreja, especialmente no livro de Efésios a vemos como uma família, um templo, a noiva de Cristo, e também como um exército que está envolvido num conflito global. 

Por conflito global, podemos entender que a guerra espiritual não somente está voltado a um aspecto terreno, mas também envolve as regiões celestiais, ou seja, o universo criado. Podemos parafrasear Efésios 6:12 de acordo com o original grego da seguinte forma: “Nossa luta livre não é contra sangue e carne ou contra pessoas com corpos, senão contra governadores sobre diversas áreas e ordens descendentes de autoridades, contra os dominadores do mundo da obscuridade presente, contra forças espirituais do mal nas regiões celestes”.

Esta referência bíblica nos apresenta os quatro níveis de autoridade do reino das trevas, assim podemos entender verdadeiramente contra quem estamos guerreando.

1) Principados (no grego arché, que significa espíritos governantes, magistrados, poderes, começo, sendo que começo neste caso se refere ao tempo ou ordem). Principados são espíritos demoníacos poderosos da mais alta hierarquia (primeiro escalão), recebendo ordens diretamente de Satanás, dominando e operando nos lugares celestiais. São chamados de príncipes (Dan. 10:13,20).

2) Potestades (no grego exousia, significando autoridades que permitem ou impedem, poder delegado). As potestades têm poderes executivos, recebendo autoridade e poder delegado pelos principados. Nos textos de I Cor. 15:24 e Colos. 2:15 refere-se à todas as autoridades e poderes malignos, que se opõem a Jesus Cristo e a Igreja.

3) Príncipes do mundo destas trevas (no grego kosmokrator, que significa governadores mundiais, os senhores do mundo; vem de “kosmos”, isto é, “mundo” e “krator”, isto é, governados). Estes são responsáveis pela luta contra a verdadeira luz e levam o povo às trevas, cegando-lhes os olhos e enviando trevas às almas dos homens. Quando oramos por pessoas que estão dominadas pela cegueira de Satanás e por pessoas que estão em religiões pagãs estamos guerreando contra este tipo de inimigo. Estes governadores mundiais governam sobre nações através do seu poder de cegar a mente dos homens. Exercem também autoridade sobre diferentes sistemas de governos do mundo.

4) Hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes (no grego pneumatikos, que vem da raiz da palavra “pneuma”, que significa “espírito” e “poneria”, que significa “iniqüidade”, “depravação”, “maligno”, “atividade de natureza má”). Estas forças oprimem a humanidade, tentando levá-la ao desespero e caos total. O medo, a angústia e os suicídios são resultantes destas forças espirituais malignas.

A base da nossa vitória
Como podemos vencer toda esta estrutura hierárquica de forças malignas? Temos que nos manter firmes na vitória conquistada por Cristo na cruz. Em Colos. 2:13-15 encontramos a chave para vencermos na guerra espiritual: Jesus derrotou a Satanás e a todos os principados malignos. A culpa nos afasta de vivermos esta experiência de vitória (Apoc. 12:10) e assim seremos derrotados. Jesus despojou os principados e potestades, os exibindo publicamente e deles triunfando na cruz. Triunfar não é ganhar uma batalha, trata-se da celebração de uma batalha que já foi ganha. A Bíblia declara que Deus, em Cristo sempre nos conduz em triunfo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar o cheiro do seu conhecimento (II Cor. 2:14).

O por quê da guerra
Satanás tem buscado adoração. O homem é o canal de adoração: ao Deus único e verdadeiro ou a Satanás. As pessoas que não conhecem a Cristo, são como jóias nas mãos do Diabo, e ele não quer perder estas vidas.

Quando estudamos sobre as guerras na Bíblia, podemos perceber que sempre havia um propósito definido: saque e conquista de território (I Crôn. 20:2). Guerra espiritual não é um fim em si mesma, porém um meio para alcançar um grande objetivo: despojo. Existe vidas que precisam ser tomadas e levadas para o Reino de Deus.

Estamos vivendo dias proféticos e apostólicos. E uma igreja que está movendo em uma atmosfera apostólica, ela reconhece que é parte do exército de Deus com um supremo chamado de reconquistar todo o território que foi invadido pelo inimigo. O perímetro de ação do inimigo vai ser diminuído e o perímetro de ação do governo de Deus será ampliado. Esta igreja vai manifestar de maneira profética demonstrativa a vitória que foi conquistada por Cristo na cruz. Aleluia, nesta guerra somos vitoriosos juntamente com Cristo!!!

Autor: Ap. José Levi Machado Domingos
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1 Um pouco antes dafesta da Páscoa, sabendo Jesus que havia chegado o tempo em que deixaria este mundo e iria para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim.
2 Estava sendo servido o jantar, e o diabo já havia induzido Judas Iscariotes, filho de Simão, a trair Jesus.
3 Jesus sabia que o Pai havia colocado todas as coisas debaixo do seu poder, e que viera de Deus e estava voltando para Deus;
4 assim, levantou-se da mesa, tirou sua capa e colocou uma toalha em volta da cintura.
5 Depois disso, derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos seus discípulos, enxugando-os com a toalha que estava em sua cintura.
6 Chegou-se a Simão Pedro, que lhe disse: \”Senhor, vais lavar os meus pés? \”
7 Respondeu Jesus: \”Você não compreende agora o que estou lhe fazendo; mais tarde, porém, entenderá\”.
8 Disse Pedro: \”Não; nunca lavarás os meus pés\”. Jesus respondeu: \”Se eu não os lavar, você não terá parte comigo\”.
9 Respondeu Simão Pedro: \”Então, Senhor, não apenas os meus pés, mas também as minhas mãos e a minha cabeça! \”
10 Respondeu Jesus: \”Quem já se banhou precisa apenas lavar os pés; todo o seu corpo está limpo. Vocês estão limpos, mas nem todos\”.
11 Pois ele sabia quem iria traí-lo, e por isso disse que nem todos estavam limpos.
12 Quando terminou de lavar-lhes os pés, Jesus tornou a vestir sua capa e voltou ao seu lugar. Então lhes perguntou: \”Vocês entendem o que lhes fiz?
13 Vocês me chamam ‘Mestre’ e ‘Senhor’, e com razão, pois eu o sou.
14 Pois bem, se eu, sendo Senhor e Mestre de vocês, lavei-lhes os pés, vocês também devem lavar os pés uns dos outros.
15 Eu lhes dei o exemplo, para que vocês façam como lhes fiz.
16 Digo-lhes verdadeiramente que nenhum escravo é maior do que o seu senhor, como também nenhum mensageiro é maior do que aquele que o enviou.
17 Agora que vocês sabem estas coisas, felizes serão se as praticarem\”.
18 \”Não estou me referindo a todos vocês; conheço os que escolhi. Mas isto acontece para que se cumpra a Escritura: ‘Aquele que patilhava do meu pão voltou-se contra mim’.
19 \”Estou lhes dizendo antes que aconteça, a fim de que, quando acontecer, vocês creiam que Eu Sou.
20 Eu lhes garanto: Quem receber aquele que eu enviar, estará me recebendo; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou\”.
21 Depois de dizer isso, Jesus perturbou-se em espírito e declarou: \”Digo-lhes que certamente um de vocês me trairá\”.
22 Seus discípulos olharam uns para os outros, sem saber a quem ele se referia.
23 Um deles, o discípulo a quem Jesus amava, estava reclinado ao lado dele.
24 Simão Pedro fez sinais para esse discípulo, como a dizer: \”Pergunte-lhe a quem ele está se referindo\”.
25 Inclinando-se para Jesus, perguntou-lhe: \”Senhor, quem é? \”
26 Respondeu Jesus: \”Aquele a quem eu der este pedaço de pão molhado no prato\”. Então, molhando o pedaço de pão, deu-o a Judas Iscariotes, filho de Simão.
27 Tão logo Judas comeu o pão, Satanás entrou nele. \”O que você está para fazer, faça depressa\”, disse-lhe Jesus.
28 Mas ninguém à mesa entendeu por que Jesus lhe disse isso.
29 Visto que Judas era o encarregado do dinheiro, alguns pensaram que Jesus estava lhe dizendo que comprasse o necessário para a festa, ou que desse algo aos pobres.
30 Assim que comeu o pão, Judas saiu. E era noite.
Normalmente, um servo realizava a tarefa doméstica de lavar os pés de um convidado.
A mesa onde era celebrada a ceia na ocasião tinha um formato de um “U”, não havia cadeiras, a mesa era baixa e os assentos eram de almofada, onde todos se deitavam para se banquetear, apoiado pelo braço esquerdo seu tronco então ficava todo voltado à pessoa que estava à direita da mesa, suas pernas por sua vez ficava distante da mesa.
A segunda pessoa no lado direito da mesa era o responsável por convidar as pessoas ao banquete, do lado esquerdo do responsável ficava o convidado de honra, era a pessoa pela qual o banquete estava sendo realizado, na parte central se posicionava os lugares mais nobres, e no lado esquerdo da mesa ficava o lado mais humilde sendo que, o ultimo lugar estava reservado àquele que era incumbido de lavar os pés de todos os presentes, por isso, as tralhas e as bacias ficavam próximas a ele.
É certo que, Jesus estava no lado direito da mesa como àquele que fez o convite ao banquete, João por sua vez estava no lado direito de Jesus, pois ele reclinava a cabeça sobre o seu peito (João 13:25), e no lado esquerdo do responsável pelo banquete (Jesus), estava Judas Iscariotes, (João 13:26-27), o banquete foi feito para ele, Judas era o convidado de honra.
E no lugar mais humilde, no lado esquerdo da mesa estava Pedro (João 13:6-8), foi por isso que Pedro retrucou dizendo:
Nunca me lavarás a mim!
A lição de humildade partiu daquele que estava na condição de responsável pela ceia…
… Jesus.
Autor: Pastor Jonas Rodrigo Bezerra.
palavradoaltar.blogspot.com.br
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O site da Igreja Universal do Reino de Deus publicou uma espécie de “manual de instruções” para o empresário dizimista, onde foram sugeridas formas de contribuir “de forma correta, evitando que o devorador tenha acesso a sua vida”.
Segundo o site Arca Universal, “o empresário que deseja ser bem-sucedido na vida pessoal e profissional deve atentar em honrar a Deus e fazer com que a sua empresa também honre”. Entretanto, não há no texto uma abordagem para casos de empresas em sociedade.
No texto publicado há a diferenciação dos dízimos de pessoa jurídica e pessoa física, e no caso das empresas, o dízimo deve ser “do lucro da empresa e não do faturamento bruto mensal”.
Já no que se refere ao dízimo de pessoa física do empresário, a Igreja Universal orienta aos fiéis que a contribuição pessoal seja de tudo que ele recebe.
-Independentemente do dízimo da empresa, o empresário que teme a Deus deve separar a décima parte de tudo aquilo que recebe. Pois, diferentemente do caso da empresa, quando se refere à pessoa física, o dízimo deve ser tirado do rendimento bruto. Por exemplo: Se o seu salário bruto é 15 mil reais, mesmo com os descontos de Imposto de Renda, INSS, Plano de Saúde, entre outras coisas, você não deve tirar o dízimo do que sobrou em suas mãos, isto é, o líquido, mas o dízimo será 1.500 reais. Isso porque corresponde ao valor total do seu salário, incluindo todos os benefícios – sugere o texto.
O “manual” encerra com uma garantia de enriquecimento, caso as orientações sejam seguidas: “Agindo dessa forma, certamente, o empresário e a empresa vão alcançar a prosperidade prometida por Deus em Sua Palavra”.
Confira abaixo a íntegra do texto “Como o empresário deve tirar o dízimo?”, publicado pelo site Arca Universal:
O empresário que deseja ser bem-sucedido na vida pessoal e profissional deve atentar em honrar a Deus e fazer com que a sua empresa também honre. Isso acontece quando o empreendedor separa as primícias de toda a sua renda, isto é, os primeiros 10%, e faz segundo ensina as Escrituras Sagradas: “Honra ao SENHOR com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão fartamente os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares.” Provérbios 3: 9-10
Abaixo seguem orientações de como deve ser feito a separação daquilo que pertence a Deus, tanto da empresa, quanto do empresário:
1º) Dízimo da empresa (pessoa jurídica): Deve ser tirado o dízimo do lucro da empresa e não do faturamento bruto mensal. Exemplo: A empresa teve este mês 100 mil reais de faturamento bruto. Tirando os salários (incluindo o do empresário) e os custos gerais, o lucro dela foi de 40 mil reais. Sendo assim, o dízimo deverá ser tirado dos 40 mil, que, neste caso, equivale a 4 mil reais;
2º) Dízimo do empresário (pessoa física): Independentemente do dízimo da empresa, o empresário que teme a Deus deve separar a décima parte de tudo aquilo que recebe. Pois, diferentemente do caso da empresa, quando se refere à pessoa física, o dízimo deve ser tirado do rendimento bruto. Por exemplo: Se o seu salário bruto é 15 mil reais, mesmo com os descontos de Imposto de Renda, INSS, Plano de Saúde, entre outras coisas, você não deve tirar o dízimo do que sobrou em suas mãos, isto é, o líquido, mas o dízimo será 1.500 reais. Isso porque corresponde ao valor total do seu salário, incluindo todos os benefícios.
Agindo dessa forma, certamente, o empresário e a empresa vão alcançar a prosperidade prometida por Deus em Sua Palavra.
Por Tiago Chagas
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 O conhecido pastor e escritor John Piper pregou seu último sermão como pastor da Igreja Batista Bethlehem em Minneapolis na virada do ano. Após mais de 30 anos de ministério pastoral, ele irá se dedicar apenas à literatura.
Em 30 de dezembro Piper, 66 anos, subiu ao púlpito para pregar a mensagem “Entristecidos, mas sempre alegres”, que marcou sua despedida da igreja que pastoreou por toda sua vida ministerial. Ele será substituído como pastor presidente por Jason Meyer, 36 anos, e afirmou que continuará eventualmente pregando quando for convidado.
A decisão de se aposentar do púlpito da igreja foi sua. Ele deixará a Igreja Batista Bethlehem com cerca de 5 mil membros. Em 2010, numa pesquisa da LifeWay, Piper ficou entre os 10 mais pregadores influentes, ao lado de Billy Graham, Rick Warren e Max Lucado.
Ele afirma que ainda tem paixão suficiente para escrever livros, pregar e percorrer o país com o seu ministério Desiring God, mas deixa a igreja por entender que seu tempo ali acabou. “Eu tenho… uma quantidade limitada de energia. Quero usá-la para ler, escrever e pregar, mas não desejo mais ficar tanto tempo em reuniões e coisas assim”, disse o pastor ao jornal Star Tribune.
“Eu não acho que [aposentaria] é uma palavra bíblica”, disse ele ao jornal. “Sem querer ofender as pessoas que decidiram fazê-lo. Sinto o prazer de Deus quando prego. Sinto-me realmente vivo.”
Mas deixou claro em sua última mensagem como pastor que condena os pregadores da teologia da prosperidade e as pessoas que são atraídas por uma fé que não é o cristianismo bíblico.
“Se você atrai as pessoas prometendo riquezas… facilidades, saúde, pulos, alegria, brincadeiras, adoração superficial…   poderá ter uma    igreja enorme. Mas Cristo não será visto na sua glória plena e a vida cristã não será visto como o caminho para Calvário que ela realmente é”, ressaltou.
Embora essa não tenha sido sua “mensagem final”, o pastor Piper ressaltou que era sua última mensagem como líder daquela congregação, que não deveria esquecer que “o mundo precisa da igreja…. da nossa alegria, indomável e invencível mesmo no meio do sofrimento e da tristeza.” .
“Claro, o mundo tem necessidade de ver os cristãos felizes, mas que essa felicidade tem que ser gerada em Cristo, forjada na dor.  Caso contrário, o que oferecemos a eles não será nada diferente do que  eles já têm. Todos sabem como ser feliz quando está tudo bem…  Eles não precisam ver a religião como uma antiga forma de autoajuda… Eles precisam da grandeza e da grandeza de Deus sobre suas vidas… Muitos pastores de hoje tentam atrair as pessoas para Jesus falando de casas, carros e roupas luxuosas… Você nunca deveria atrair alguém prometendo isso, porque eles não estão vindo para Jesus. Eles estão buscando algo material e o verão como alguém que pode oferecer isso…   Ter Cristo é melhor que toda a riqueza,  prosperidade e saúde que existe do mundo. Se Cristo é real para nós, será mais precioso que saúde, dinheiro, e a própria vida… Se não for assim, então o cristianismo não serve para você!”, ressaltou ele ao dissertar sobre o texto de 2 Coríntios 6.
Suas dezenas de livros já foram traduzidos em diferentes línguas e sua solidez teológica e integridade fazem dele um dos mais influentes pastores da atualidade. Ele, a esposa Noel, e sua filha de 17 anos, Talitha, a mais jovem dos seus cinco filhos, irão morar no Tennessee, onde ele de dedicará somente à escrita. 
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Embora seja comum na cultura muçulmana um homem muito mais velho se casar com uma jovem mulher, um casamento recente está levantando questões de direitos humanos na Arábia Saudita.
Um homem de 90 anos de idade saudita pagou um dote de aproximadamente 17 mil dólares pelo direito de casar com uma menina de apenas 15 anos. Durante uma entrevista com o canal de notícias Al Arabiya, o noivo defendeu que o casamento foi “legal e correto”, ressaltando que ele pagou aos pais da menina o valor do dote estabelecido por eles.
Mas é público que na primeira noite do casal, a noiva o trancou do lado de fora do quarto. Amigos da família disseram que a adolescente estava com tanto medo na noite de núpcias que se trancou no quarto antes de fugir para a casa dos pais. Agora, o noivo afirma que irá processar os pais da menina, caso eles não a enviem de volta ou devolvam o dote.
Suhaila Zein al-Abedin, da Associação Nacional de Direitos Humanos da Arábia pediu que as autoridades governamentais se envolvam no caso. Abedin lembra que o casamento no Islã deve ser baseado no consentimento mútuo e o comportamento da menina indica que ela não estava satisfeito com o acordo.
Os pais do adolescente, mãe saudita e pai iemenita, deveriam ser responsabilizados por entregar sua filha a um homem tão velho, reforçou Abedin.
O ocorrido voltou a instigar o debate sobre as chamadas ‘noivas meninas’. Muitos sauditas estão usando as redes sociais para protestar. Eles condenam o casamento, questionando se não poderia ser considerado um caso de tráfico humano ou de abuso infantil.
O analista de Oriente Médio da BBC Sebastian Usher, explica que na cultura da Arábia Saudita é comum meninas de menos de 14 anos serem obrigadas a casar com homens ricos e muito mais velhos.
Contudo, existe um movimento crescente no país pedindo que seja estabelecida uma idade mínima para se casar. Porém, os líderes religiosos conservadores resistem à ideia, defendendo apenas que as garotas atinjam a puberdade antes do casamento.
Na terra de origem de Maomé o assunto é uma questão bastante delicada, pois a tradição conta que uma das esposas do profeta fundador do islamismo era uma menina muito mais jovem que ele