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0 commentterça-feira, 8 de janeiro de 2013

Apocalipse 3:14-22

A igreja jamais deve afrouxar a sua vigilância, como não deve esperar uma vida de segurança e paz “terrena”. A Igreja somente baixará a sua guarda quando estiver nos braços do Pai, na eternidade. Saibamos que tudo o que é bom nesta terra, se torna alvo para tudo que é mal.


O que é bom só permanece assim pela constante vigilância. Sem ouvirmos a Deus, sem nos mantermos em comunhão com Ele e Sua palavra, nós como igreja, corremos o risco de não percebermos que algo que julgamos bom ou certo, pode ser um grande mal.

A igreja de Laodicéia serve para nos advertir, com relação ao que estamos meditando. Repare que nessa igreja não existe nenhuma citação a doutrinas estranhas, líderes falsos e uma ação clara de Satanás. No entanto, Jesus disse: Mas, porque são apenas mornos (i.e. indiferentes), nem frios nem quentes, vou logo vomitá-los da minha boca. (v.16) O que Jesus está dizendo é que estavam complacentes e não havia mais ardor ou amor à vontade de Deus.

Nós entendemos a mensagem de Jesus às igrejas no livro do Apocalipse, como níveis de espiritualidade, compromisso e serviço do povo de Deus, ao longo dos séculos da sua existência sobre a Terra. O período que antecedeu ao de Laodicéia, foi a época dos grandes avivamentos que é representado pela igreja de Filadélfia. (cf. Ap.3:7-13)

No período dos grandes avivamentos, muitas pessoas se converteram a Jesus integrando-se à Igreja. Esta, por sua vez, se tornou em instrumento Divino para transformar o que era mau em bom. Com o número crescente de pessoas se integrando à Igreja, as ofertas financeiras aumentaram, pois a causa era boa e o dinheiro era bom para o sustento de ministros, como para a propagação do Evangelho. Entretanto a Bíblia diz que (...) o amor ao dinheiro é uma fonte de todos os tipos de males. (1 Tm.6:10 NTLH)

O período de Laodicéia surge após o de Filadélfia, ou seja, após a era dos grandes avivamentos. Eu creio que nós estamos vivendo em um período, que é representado pela igreja de Laodicéia no livro do Apocalipse. O que percebemos nas igrejas atuais, não é se Deus está ativo ou não, mas se estamos tendo mais recursos financeiros. Em toda parte, o que ouvimos é uma mensagem acerca de “prosperidade financeira”. A riqueza tem se tornado mais importante do que ter Deus experimentalmente, tanto para os líderes como para os que “frequentam” as igrejas.

Jesus disse assim: O que adianta alguém ‘ganhar’ o mundo inteiro, mas ‘perder’ a vida verdadeira? Pois não há nada que poderá ‘pagar’ para ter de volta essa vida. (Mt.16:26 NTLH) Nós ganhamos do grande período dos avivamentos, princípios de compromisso espirituais, de adoração e serviço; mas, preferimos em nossa época a quantidade numérica para fins de riqueza. Nós estamos perdendo a ação da “vida verdadeira” e a riqueza não pode comprá-la! (cf. Ap.3:17,18) Portanto, o que deveria ser bom, se tornou um grande mal devido à ganância.

O homem mais sadio tem dentro de si bactérias letais suficiente para matá-lo, exceto por uma coisa – a capacidade do organismo humano para resistir a essas bactérias. Essa luta se estende pelo dia e noite contra seus “inimigos internos”. Faço uso do princípio contido nas palavras de Jesus: (...) os inimigos do homem serão os da sua própria casa. (Mt.10:36 RA)

Há coisas dentro de nós e da Igreja que não nos parece representar um grande perigo e só na presença de Jesus que elas são reveladas e com a força que Ele dá é que podem ser resistidas. O corpo humano pode combater os seus inimigos mesmo durante o sono, mas a Igreja não! Nós como Igreja, precisamos estar bem despertos e decididos para sermos vencedores nesta vida. Paulo diz: ‘Desperta’, ó tu que dormes, ‘levanta-te’ dentre os mortos e Cristo resplandecerá sobre ti. (Ef.5:14 NVI)

Como poderemos nos levantar dos mortos, se estamos quase separados de Deus pelo pecado da indiferença? (cf. Ap.3:16) Nós só conseguimos isso, pelo poder Daquele que morreu, ressuscitou e que pode levantar o que está caído ou afastado de Deus. (cf. Ap.3:20) Ao vencedor darei o direito de sentar-se comigo em meu trono, assim como eu também venci e sentei-me com meu Pai em seu trono. (Ap.3:21 NVI)

| Autor: Pr. Walter de Lima Filho
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Pois que os espíritos imundos saíam de muitos que os tinham, clamando em alta voz; e muitos paralíticos e coxos eram curados. E a cidade se encheu de alegria".  Atos 8:7, 8

         Muitos são os livros que estão surgindo sobre ex-satanistas com suas experiências de libertação. Mas exatamente qual deve ser a ênfase principal? Creio que seja a libertação em si.
         Jesus veio para libertar os cativos e oprimidos deste mundo. Sejam oprimidos por satanás e seus demônios ou pelas adversidades da vida. Os apóstolos receberam grande autoridade do próprio Senhor Jesus Cristo para expulsarem os espíritos imundos, os anjos caídos, anjos rebeldes, os demônios. Estes são anjos rebeldes, que desobedeceram a Deus e blasfemaram contra Deus e foram expulsos do Reino Eterno.
         Estes seres sobrenaturais, invisíveis, detestam o homem. Por que? Em primeiro lugar porque Deus ama o ser humano. Tanto ama que entregou seu próprio Filho, o Deus Filho Jesus Cristo, em sacrifício. Em segundo, porque satanás se regozija com aqueles que o adoram como um "deus", mas odeia qualquer um que presta culto ao Deus Criador. Mas os homens receberam uma procuração do próprio Criador para expulsarem e combaterem os demônios: O nome de Jesus Cristo!
         Satanás, a antiga serpente, quis usurpar o título de "Deus". Jesus chamou satanás de "príncipe deste mundo" e o apóstolo Paulo de "deus deste século". Satanás e seus comparsas sobrenaturais têm habilidade e um poder, claro que limitado, para operar na vida das pessoas, para quebrar lares, entristecer pessoas entre outras ações malignas. Mas o crente tem o nome que está acima de todo nome para vencer com sucesso as forças do mal.
         Mas se temos este maravilhoso nome, a presença real de Jesus Cristo em nós (Jesus disse:


    "Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos" Mateus 28.20


        e a autoridade dele a nós concedida, então por que tantos crentes são "tímidos" e muitas vezes se deixam vencer pelas artimanhas do inimigo?
         O texto acima, de Atos 8.7 nos mostra que os demônios ao serem expulsos "clamavam em alta voz, davam grandes gritos". Eles se iravam porque nada podiam fazer para permanecerem "incubados" no corpo da vítima. Eles saíam pela autoridade do nome de Jesus! Alguém pode questionar: Mas os apóstolos receberam esta autoridade direto de Jesus! A Bíblia diz que também temos esta autoridade. Lembra dos 70 discípulos que foram enviados por Jesus para curarem enfermidades e expulsarem demônios no nome de Cristo? E que eles voltaram alegres porque as enfermidades eram realmente curadas e os demônios submetiam-se ao nome do Senhor? (veja isto em Lucas 10). Os discípulos disseram "... até os demônios nos obedecem por causa do teu nome". A ênfase deste texto de Lucas 10.17 é "por causa do nome de Jesus". Estes 70 representam a Igreja de Cristo. Somos nós. Mas é importante entender que o poder não está em nós. Ele flui através de nós. Somos condutores deste poder de Deus. O poder está no nome de Jesus Cristo. Somos instrumentos de Deus para, no nome de Jesus, operarmos prodígios, para que os cativos e oprimidos sejam libertos, para honra e glória do nome do Senhor.
         Por isto não sejam tímidos ou em outra tradução bíblica, não sejam medrosos! Jesus usou esta expressão quando se levantou uma grande tempestade no mar da Galiléia e os apóstolos estavam no barco, com medo, mesmo sabendo que Jesus estava no barco enquanto dormia:


     "E disse-lhes: Por que sois tão tímidos? Ainda não tendes fé?"  Marcos 4.40


         Não sei qual situação você está passando. Muitas pessoas já me escreveram para aconselhar neste sentido e para todos eu disse que algumas coisas são necessárias para o combate espiritual:
        A) Uma vida consagrada a Deus B) Santificação C) Confissão de pecados D) A prática dos frutos do Espírito (Gálatas 5.22) E) Fé, muita fé. F) Autoridade no nome de Jesus Cristo.
         Procure uma vida reta diante do Senhor. Você não está sozinho, muito pelo contrário, o Deus Pai, o Deus Filho e o Deus Espírito Santo estão todos os dias, 24 horas, em nós, e ao nosso redor. Faça um esforço e exerça sua posição de geração eleita, sacerdócio real (I Pedro 2.9) para combater as forças malignas que lutam contra sua vida e contra a vida daqueles que você ama. Deus quer abençoar sua vida. Deus quer usar você como instrumento de libertação e fonte de bênção na vida de pessoas cativas e oprimidas. Creia nesta autoridade do nome do Senhor Jesus, se você é crente. Ore com fervor e ousadia pois quem "pede, recebe" (Mt 7.7). Deus é dono de todo poder e glória. Mas só vai lhe dar a vitória quando você nEle confiar e crer pela fé. Não seja tímido, não seja medroso. O Senhor é contigo, varão e varoa valorosos!

Abraço cordial em Cristo Jesus, nosso Senhor e Rei Eterno.


Autor: Márcio C. Rossi Bettecher
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O Novo Testamento nos apresenta diversos quadros relativos à Igreja, especialmente no livro de Efésios a vemos como uma família, um templo, a noiva de Cristo, e também como um exército que está envolvido num conflito global. 

Por conflito global, podemos entender que a guerra espiritual não somente está voltado a um aspecto terreno, mas também envolve as regiões celestiais, ou seja, o universo criado. Podemos parafrasear Efésios 6:12 de acordo com o original grego da seguinte forma: “Nossa luta livre não é contra sangue e carne ou contra pessoas com corpos, senão contra governadores sobre diversas áreas e ordens descendentes de autoridades, contra os dominadores do mundo da obscuridade presente, contra forças espirituais do mal nas regiões celestes”.

Esta referência bíblica nos apresenta os quatro níveis de autoridade do reino das trevas, assim podemos entender verdadeiramente contra quem estamos guerreando.

1) Principados (no grego arché, que significa espíritos governantes, magistrados, poderes, começo, sendo que começo neste caso se refere ao tempo ou ordem). Principados são espíritos demoníacos poderosos da mais alta hierarquia (primeiro escalão), recebendo ordens diretamente de Satanás, dominando e operando nos lugares celestiais. São chamados de príncipes (Dan. 10:13,20).

2) Potestades (no grego exousia, significando autoridades que permitem ou impedem, poder delegado). As potestades têm poderes executivos, recebendo autoridade e poder delegado pelos principados. Nos textos de I Cor. 15:24 e Colos. 2:15 refere-se à todas as autoridades e poderes malignos, que se opõem a Jesus Cristo e a Igreja.

3) Príncipes do mundo destas trevas (no grego kosmokrator, que significa governadores mundiais, os senhores do mundo; vem de “kosmos”, isto é, “mundo” e “krator”, isto é, governados). Estes são responsáveis pela luta contra a verdadeira luz e levam o povo às trevas, cegando-lhes os olhos e enviando trevas às almas dos homens. Quando oramos por pessoas que estão dominadas pela cegueira de Satanás e por pessoas que estão em religiões pagãs estamos guerreando contra este tipo de inimigo. Estes governadores mundiais governam sobre nações através do seu poder de cegar a mente dos homens. Exercem também autoridade sobre diferentes sistemas de governos do mundo.

4) Hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes (no grego pneumatikos, que vem da raiz da palavra “pneuma”, que significa “espírito” e “poneria”, que significa “iniqüidade”, “depravação”, “maligno”, “atividade de natureza má”). Estas forças oprimem a humanidade, tentando levá-la ao desespero e caos total. O medo, a angústia e os suicídios são resultantes destas forças espirituais malignas.

A base da nossa vitória
Como podemos vencer toda esta estrutura hierárquica de forças malignas? Temos que nos manter firmes na vitória conquistada por Cristo na cruz. Em Colos. 2:13-15 encontramos a chave para vencermos na guerra espiritual: Jesus derrotou a Satanás e a todos os principados malignos. A culpa nos afasta de vivermos esta experiência de vitória (Apoc. 12:10) e assim seremos derrotados. Jesus despojou os principados e potestades, os exibindo publicamente e deles triunfando na cruz. Triunfar não é ganhar uma batalha, trata-se da celebração de uma batalha que já foi ganha. A Bíblia declara que Deus, em Cristo sempre nos conduz em triunfo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar o cheiro do seu conhecimento (II Cor. 2:14).

O por quê da guerra
Satanás tem buscado adoração. O homem é o canal de adoração: ao Deus único e verdadeiro ou a Satanás. As pessoas que não conhecem a Cristo, são como jóias nas mãos do Diabo, e ele não quer perder estas vidas.

Quando estudamos sobre as guerras na Bíblia, podemos perceber que sempre havia um propósito definido: saque e conquista de território (I Crôn. 20:2). Guerra espiritual não é um fim em si mesma, porém um meio para alcançar um grande objetivo: despojo. Existe vidas que precisam ser tomadas e levadas para o Reino de Deus.

Estamos vivendo dias proféticos e apostólicos. E uma igreja que está movendo em uma atmosfera apostólica, ela reconhece que é parte do exército de Deus com um supremo chamado de reconquistar todo o território que foi invadido pelo inimigo. O perímetro de ação do inimigo vai ser diminuído e o perímetro de ação do governo de Deus será ampliado. Esta igreja vai manifestar de maneira profética demonstrativa a vitória que foi conquistada por Cristo na cruz. Aleluia, nesta guerra somos vitoriosos juntamente com Cristo!!!

Autor: Ap. José Levi Machado Domingos
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1 Um pouco antes dafesta da Páscoa, sabendo Jesus que havia chegado o tempo em que deixaria este mundo e iria para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim.
2 Estava sendo servido o jantar, e o diabo já havia induzido Judas Iscariotes, filho de Simão, a trair Jesus.
3 Jesus sabia que o Pai havia colocado todas as coisas debaixo do seu poder, e que viera de Deus e estava voltando para Deus;
4 assim, levantou-se da mesa, tirou sua capa e colocou uma toalha em volta da cintura.
5 Depois disso, derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos seus discípulos, enxugando-os com a toalha que estava em sua cintura.
6 Chegou-se a Simão Pedro, que lhe disse: \”Senhor, vais lavar os meus pés? \”
7 Respondeu Jesus: \”Você não compreende agora o que estou lhe fazendo; mais tarde, porém, entenderá\”.
8 Disse Pedro: \”Não; nunca lavarás os meus pés\”. Jesus respondeu: \”Se eu não os lavar, você não terá parte comigo\”.
9 Respondeu Simão Pedro: \”Então, Senhor, não apenas os meus pés, mas também as minhas mãos e a minha cabeça! \”
10 Respondeu Jesus: \”Quem já se banhou precisa apenas lavar os pés; todo o seu corpo está limpo. Vocês estão limpos, mas nem todos\”.
11 Pois ele sabia quem iria traí-lo, e por isso disse que nem todos estavam limpos.
12 Quando terminou de lavar-lhes os pés, Jesus tornou a vestir sua capa e voltou ao seu lugar. Então lhes perguntou: \”Vocês entendem o que lhes fiz?
13 Vocês me chamam ‘Mestre’ e ‘Senhor’, e com razão, pois eu o sou.
14 Pois bem, se eu, sendo Senhor e Mestre de vocês, lavei-lhes os pés, vocês também devem lavar os pés uns dos outros.
15 Eu lhes dei o exemplo, para que vocês façam como lhes fiz.
16 Digo-lhes verdadeiramente que nenhum escravo é maior do que o seu senhor, como também nenhum mensageiro é maior do que aquele que o enviou.
17 Agora que vocês sabem estas coisas, felizes serão se as praticarem\”.
18 \”Não estou me referindo a todos vocês; conheço os que escolhi. Mas isto acontece para que se cumpra a Escritura: ‘Aquele que patilhava do meu pão voltou-se contra mim’.
19 \”Estou lhes dizendo antes que aconteça, a fim de que, quando acontecer, vocês creiam que Eu Sou.
20 Eu lhes garanto: Quem receber aquele que eu enviar, estará me recebendo; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou\”.
21 Depois de dizer isso, Jesus perturbou-se em espírito e declarou: \”Digo-lhes que certamente um de vocês me trairá\”.
22 Seus discípulos olharam uns para os outros, sem saber a quem ele se referia.
23 Um deles, o discípulo a quem Jesus amava, estava reclinado ao lado dele.
24 Simão Pedro fez sinais para esse discípulo, como a dizer: \”Pergunte-lhe a quem ele está se referindo\”.
25 Inclinando-se para Jesus, perguntou-lhe: \”Senhor, quem é? \”
26 Respondeu Jesus: \”Aquele a quem eu der este pedaço de pão molhado no prato\”. Então, molhando o pedaço de pão, deu-o a Judas Iscariotes, filho de Simão.
27 Tão logo Judas comeu o pão, Satanás entrou nele. \”O que você está para fazer, faça depressa\”, disse-lhe Jesus.
28 Mas ninguém à mesa entendeu por que Jesus lhe disse isso.
29 Visto que Judas era o encarregado do dinheiro, alguns pensaram que Jesus estava lhe dizendo que comprasse o necessário para a festa, ou que desse algo aos pobres.
30 Assim que comeu o pão, Judas saiu. E era noite.
Normalmente, um servo realizava a tarefa doméstica de lavar os pés de um convidado.
A mesa onde era celebrada a ceia na ocasião tinha um formato de um “U”, não havia cadeiras, a mesa era baixa e os assentos eram de almofada, onde todos se deitavam para se banquetear, apoiado pelo braço esquerdo seu tronco então ficava todo voltado à pessoa que estava à direita da mesa, suas pernas por sua vez ficava distante da mesa.
A segunda pessoa no lado direito da mesa era o responsável por convidar as pessoas ao banquete, do lado esquerdo do responsável ficava o convidado de honra, era a pessoa pela qual o banquete estava sendo realizado, na parte central se posicionava os lugares mais nobres, e no lado esquerdo da mesa ficava o lado mais humilde sendo que, o ultimo lugar estava reservado àquele que era incumbido de lavar os pés de todos os presentes, por isso, as tralhas e as bacias ficavam próximas a ele.
É certo que, Jesus estava no lado direito da mesa como àquele que fez o convite ao banquete, João por sua vez estava no lado direito de Jesus, pois ele reclinava a cabeça sobre o seu peito (João 13:25), e no lado esquerdo do responsável pelo banquete (Jesus), estava Judas Iscariotes, (João 13:26-27), o banquete foi feito para ele, Judas era o convidado de honra.
E no lugar mais humilde, no lado esquerdo da mesa estava Pedro (João 13:6-8), foi por isso que Pedro retrucou dizendo:
Nunca me lavarás a mim!
A lição de humildade partiu daquele que estava na condição de responsável pela ceia…
… Jesus.
Autor: Pastor Jonas Rodrigo Bezerra.
palavradoaltar.blogspot.com.br
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